Wacc e Roic: como saber se uma empresa está criando ou destruindo valor?

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Parte de uma série de indicadores que fornecem uma análise qualitativa consistente de uma empresa, o WACC e o ROIC garantem a compreensão da geração ou destruição de valor por parte da instituição.

Para investidores que possuem aplicações dentro do mercado acionário, estabelecer um processo de conhecimento prévio sobre cada empresa que faz parte do radar de investimento é fundamental para que o patrimônio não esteja exposto à riscos.

Portanto, é preciso investir em empresas que transmitem segurança para seus sócios, seja através de seu comportamento dentro do mercado financeiro ou pela sua atuação dentro de seu próprio setor.

Segundo Richard Rytenband, economista e CEO da Convex Research, a comparação entre o WACC e ROIC é uma forma simples de saber sobre a natureza da geração de valor de uma determinada empresa.

Abreviação de “Weighted Average Cost of Capital”, o WACC, ou “Custo Médio Ponderado de Capital”, reflete o risco que uma empresa oferece para investidores externos, que acabam atuando em seu financeiro.

Através de um cálculo feito por uma média ponderada de taxas exigidas das fontes de financiamento que fazem parte da estrutura de capital da empresa (acionistas e credores), o WACC representa os custos de um negócio para converter seu capital em ativos.

Já o ROIC, ou “Retorno Sobre Capital Investido”, traduz a rentabilidade dos investimentos na empresa, feito por acionistas e credores. O cálculo leva em consideração o lucro operacional e o capital investido (seja o próprio, de empréstimos e de terceiros).

Quanto maior for seu valor, mais vantajosa é a rentabilidade de uma determinada empresa, portanto, é uma boa oportunidade de investimento. Sua consulta é uma boa estratégia para comparar empresas que atuam no mesmo setor.

Richard explica que a geração de valor ocorre quando o ROIC supera o WACC, e vice-versa em situações de destruição de valor.

Essa dinâmica pode ser observada em gráficos de empresas como Magazine Luiza, EZTEC, Natura e Cogna ao longo dos últimos anos.

Identificando os momentos positivos e negativos do desempenho econômico de uma empresa, o investidor também acaba adquirindo mais ferramentas para se prevenir de precificações mais oscilantes das ações.

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